O Casamento e regimes matrimoniais

CASAMENTO CRISTÃO

As Bodas, nos dias de hoje, acontecem por livre e espontânea vontade de constituir uma célula numa comunidade de amor e felicidade.
Assim, a pergunta de grande repercussão em nossa sociedade: É de livre e espontânea vontade que o fazeis?
As festas preenchem as nossas almas: a união de Deus com os homens associa-se à vinda de Jesus Cristo a uma festa de casamento. A esta festa, convidam-se todos os amigos próximos, familiares e pessoas que fazem parte da vida do casal, para presenciarem o recebimento da bênção nupcial e do Sacramento. O primeiro milagre de Jesus aconteceu nas Bodas de Caná da Galiléia.


CASAMENTO JUDAICO

Os judeus seguem os princípios e as regras do Livro Sagrado de Talmud, com base nos comentários do Torá. O ritual acontece de forma diferente para ortodoxos e conservadores; porém, não se casam aos sábados ou em festas religiosas. Não precisa ser realizado na Sinagoga. A celebração do casamento judaico de hoje é a justaposição de duas cerimónias diferentes que eram antigamente celebradas. Sugerimos a leitura do capítulo sobre Casamento do livro "Os Porquês do Judaísmo", do Rabino Henry I. Sobe.

Curiosidades da união judaica

• Os noivos bebem da mesma taça de vinho e o noivo esmaga um copo com o pé, enquanto os convidados desejam felicidades. Uma das interpretações é que o facto de partir o copo simboliza um rompimento com a vida passada dos noivos. O casal ingressa no casamento sem quaisquer sentimentos de culpa que poderiam prejudicar seu relacionamento.

• A origem da Chupá: Um belo costume nos tempos antigos era plantar um pinheiro quando nascia uma menina, e um cedro quando nascia um menino. Quando eles se casavam, fazia-se a chupá entrelaçando os galhos dessas duas árvores. Era símbolo de dois seres que cresceram separadamente e, pelo casamento, unem-se num só.


CASAMENTO ORTODOXO

Os ortodoxos são membros de um ramo do Cristianismo que se separou da Igreja Católica, em 1054 e não sofreu influência ocidental. Ortodoxo significa"conforme a doutrina definida", um acto lento e demorado, envolvendo um rito bizantino, uma linda cerimónia celebrada na língua escolhida, em português, grego, árabe, russo, romeno, etc. O casamento dos padres é aceite; apenas os bispos mantêm o celibato. A Igreja Ortodoxa não se opõe ao casamento de pessoas de outras religiões, ou de divorciados.


CASAMENTO EVANGÉLICO/PROTESTANTE

Após marcada a cerimónia com certa antecedência, os noivos devem marcar uma conversa com o pastor; tem a mesma intenção do curso de noivos ministrado pela Igreja Católica. Os templos evangélicos apresentam cerimónias com hinos, orações, leituras, troca de votos de felicidades e alianças. Algumas Igrejas realizam o casamento entre desquitados ou divorciados, embora de uma maneira geral, a exigência é que os noivos sejam solteiros ou viúvos.


CASAMENTO ANGLICANO

Celebra o matrimónio de acordo com as leis do país e desde que um dos cônjuges seja baptizado. Os divorciados podem casar-se novamente, cumpridas as determinações canónicas da Igreja.

 

CASAMENTO CIVIL

Os noivos deverão dirigir-se juntos à Conservatória do Registo Civil da área de residência de um deles, munidos dos seus respectivos bilhetes de identidade válidos e certidões de nascimento (tiradas há menos de 6 meses na Conservatória onde foi feito o registo do seu nascimento), para declarar que pretendem casar e assinar os respectivos formulários. É o que se chama o Processo Preliminar do Casamento.

A Conservatória lavrará um edital, que será afixado durante 9 dias nas Conservatórias da área de residência de ambos os noivos. Ao fim deste tempo, se não existirem impedimentos ao casamento, a Conservatória onde o processo deu entrada emitirá uma declaração/despacho que o autoriza e que será enviada para a Conservatória ou para a Paróquia onde os noivos querem casar (conforme se trate de casamento civil ou religioso). Este despacho tem um prazo de validade de 90 dias, pelo que o casamento terá de realizar-se nos três meses seguintes à sua emissão. Se deixar passar o prazo... terá de voltar ao ponto de partida!

O casamento civil propriamente dito, pode ser realizado em qualquer lugar, desde que os noivos encontrem um representante do Registo Civil que se disponha a deslocar-se ao local escolhido. Em Portugal , à imagem de outros países, é possível realizar casamentos entre pessoas do mesmo sexo.

Convém começar a tratar dos papéis com pelo menos dois meses de antecedência.
 

CASAMENTO RELIGIOSO

Tal como o casamento civil, o casamento religioso exige a instrução dum processo de habilitação matrimonial destinado a comprovar que nada se opõe ao matrimónio e que existe livre consentimento dos nubentes. Tradicionalmente os noivos dirigem-se ao pároco da freguesia da noiva para que seja iniciado esse processo, que tem várias semelhanças com o do Registo Civil. A averiguação da ausência de impedimentos é feita através dos "banhos", cuja publicação poderá ser oral, mediante leitura durante a missa em três domingos sucessivos, ou escrita, por meio de afixação na igreja, que deverá abranger dois domingos. O pároco competente poderá dispensar a publicação. O pároco recebe da Conservatória do Registo Civil a declaração da autorização para o casamento, sem o que a cerimónia não poderá ter lugar.

É possível realizar-se a celebração numa igreja diferente da igreja paroquial (por exemplo, nalguma capela) e/ou com outro celebrante que não o pároco, mas será sempre necessário obter a autorização do pároco, com a devida antecedência. Tenha-se em conta que muitos noivos gostariam de celebrar o casamento religioso na capela da quinta que organiza festas e casamentos, mas isso torna-se em alguns casos impossível, em boa parte pela escassez de sacerdotes disponíveis.
 

REGIMES MATRIMONIAIS

São três os regimes matrimoniais de bens que vigoram actualmente em Portugal: comunhão geral de bens, separação absoluta de bens e comunhão de adquirido a título oneroso.

Comunhão de bens - tudo passa a ser dos dois e em caso de separação será dividido entre ambos, ainda que o património pertencesse originalmente apenas a um elemento do casal.

Separação absoluta - cada um tem separadamente os bens que leva para o casamento e aqueles que adquiriu com os seus próprios meios.

Comunhão de adquiridos - ambos detêm a propriedade dos bens adquiridos antes do casamento e o que for adquirido a partir do casamento será pertença dos dois. Na ausência de convenção antenupcial, escritura pública destinada a definir o regime de comunhão de adquiridos.



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